Painel FC – Folha 08 e 09 de julho

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Acabei não comentando o que saiu na edição de quarta-feira da Folha de S. Paulo uma notinha que falava que Brasília combatia o fato de não ter tradição com esporte. E que, para tentar mostrar que tem condições de abrir a Copa, poderia levar uma etapa da F-Indy para lá.

Bom. Ontem mesmo surgiu a confirmação de que a prova será em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Não acho que esse tipo de disputa seja válido. É buscar justificativas em questões completamente banais. Por exemplo, por maior que seja a tradição para esportes de Brasília, será sempre menor do que a de São Paulo e Belo Horizonte.

Agora, falando sobre o que saiu na edição de quinta. Uma é uma informação. Não tenho nenhuma opinião sobre as empresas que venceram essa concorrência, mas vou tentar saber mais sobre elas.

Na outra… Sinceramente? Não acho que os políticos (deputados e senadores) sejam os mais indicados para ficar fiscalizando as contas da Copa. Eles não conseguem nem ao menos explicar os atos secretos, contratações de parentes, etc.

Mas isso não quer dizer que os gastos não devem ser controlados.

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08/07

Rodagem. Membros do comitê de Brasília da Copa-2014 refutam argumento de que sua cidade não tem tradição esportiva. Dizem ter sido contatados pela organização da Indy para receber uma prova.

Ecléticos. Brasília alega também que trabalha para atrair mais eventos esportivos para ganhar bagagem extra para a Copa do Mundo.

09/07

Pitaco oficial

O Ministério do Esporte contratou consórcio formado por Enerconsult, Value Partners, Empresa Brasileira de Engenharia e Estrutura e Galo Publicidade e Marketing para prestar serviços de consultoria ao governo nos preparativos para a Copa de 2014. O consórcio venceu a licitação com nota 79,60. O governo desembolsará R$ 13,2 milhões às firmas vencedoras. Ao saber que teriam de abandonar projetos paralelos ligados ao Mundial, o que caracterizaria conflito de interesse, alguns consórcios desistiram de concorrer.


Espelho. A exemplo da Câmara dos Deputados, foi decidido que o Senado terá também subcomissão de fiscalização da Copa de 2014. Ficou acertado que as duas casas farão reuniões conjuntas.

União. Lideranças creem que, agindo em conjunto, o peso de seus convites e deliberações serão fortalecidos. Está definido também que o Tribunal de Contas da União trabalhará em parceria com seus pares estaduais e municipais.

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