Fifa estica prazo e relaxa exigências de estádios – Gazeta do Povo – 21/8

Arena terá custos reduzidos após reunião com a Fifa

Arena terá custos reduzidos após reunião com a Fifa

O encontro dos representantes do comitê paulista com a Fifa acontece somente ás 11 horas desta sexta-feira. Mas, já é possível saber de algumas coisas que vão acontecer devido a informações das outras sedes que já tiveram a reunião.

O jornal paranaense Gazeta do Povo informa que a Fifa não vai mais exigir a entrega do projeto até o final do mês e o plano de financiamento até 31 de dezembro. A única data que precisa ser respeitada é o início das obras até 1º de março de 2010.

A publicação relata também que houve um relaxamento em uma série de exigências, o que deve diminuir o valor total da obra. A expectativa do comitê paranaense é que a Arena sedie, no máximo, uma partida de quartas-de-final da Copa em 2014. Isso deve fazer com que o estádio seja utilizado em quatro ou cinco partidas.

Confira a nota

Fifa estica prazo e relaxa exigências de estádios

Arena não precisará de cobertura total e centro de voluntários próximo. Praça e antiga área do colégio terão uso revisto. Obra deve começar até 1º de março de 2010

Os representantes do comitê curitibano que participaram do II Seminário das Cidades-Sedes da Copa de 2014, ontem, no Rio de Janeiro, voltaram para casa com o que desejavam: mais prazo para definir financiamento e projeto da Arena da Baixada e o relaxamento das exi gências previstas no Ca derno de Encargos da Fifa. Se inicialmente exigia-se o planejamento fi nanceiro da conclusão até 31 de agosto e o projeto completo em dezembro, agora a única data a ser cumprida é a do início das obras – 1.º de março de 2010. Muitos pa râmetros para a adequação do estádio também estão sendo revistos.

A cobertura em todos os assentos, por exemplo, só será necessária para o jogo de abertura e para a final da Copa. Pela previsão dos paranaenses, a Arena receberá no máximo uma partida de quartas de final. O centro de voluntários não precisa ser anexo ao estádio. A área onde ficava o Colégio Ex poente e o espaço da praça Afonso Botelho terão as utilizações reavaliadas.

“Eram 20 mil m² e a Fifa disse que 10 mil está bom. Tirando aqui e ali vai dar para economizar muita coisa”, prevê o vereador Mário Celso Cunha, que, ao lado dos também vereadores Renata Bueno, Pedro Paulo e Pastor Waldenir So ares, completou a delegação curitibana no evento.

Com a missão de detectar o que é “obrigatório” e o que é “recomendável”, o enviado do Atlético ao encontro foi o arquiteto Carlos Arcos. O gestor de Curitiba para a Copa, Luiz de Carvalho, e a assessora técnica do Ippuc, Susana Costa, também participaram, representando a prefeitura. A ex pectativa é que o orçamento seja reduzido dos R$ 138 milhões iniciais para um valor entre R$ 80 e R$ 100 milhões.

“Quanto mais barato melhor para conseguirmos o investidor”, pondera o vice-presidente atleticano Enio Fornea, sabendo que angariar o financiador é o próximo desafio da cidade.

Em uma reunião paralela ao seminário, no Hotel Copacabana Palace, as 12 prefeituras das subsedes conversaram com representantes do governo federal para cobrar ajuda financeira à estrutura dos municípios (itens como vias de acesso e transportes, por exemplo). Lá, os clubes que têm estádios particulares envolvidos (Atlético, Internacional e São Paulo) cobraram a isenção de impostos para a compra de materiais, algo que ge raria ainda mais economia.

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