Matéria do Estadão, agora um pouco maior

oespSó para completar o que foi publicado mais cedo. Essa é a matéria que sairá no Estado de S. Paulo de sábado (22). É basicamente a mesma coisa que publiquei mais cedo, só que com alguns detalhes adicionais. Por exemplo, pelo que foi publicado, o estádio não é problema mais para Fifa e sim a área para hospitalidade.

Consegui conversar com o Caio Luiz de Carvalho, da SP Turismo, por e-mail no final da sexta-feira. Ele fez só um rápido comentário, de que as exigências da Fifa vão além do que  consta no caderno de encargos e que a reunião havia sido muito boa, pois deu tempo da entidade informar todas as exigências.  As mudanças devem ser apresentadas até o dia 4 de setembro, se o prazo não for estendido.

Confira a matéria do Estadão:

Fifa faz série de exigências para a reforma do Morumbi

O projeto do Morumbi para a Copa do Mundo de 2014 já foi alvo de críticas da Fifa durante o congresso de anúncio das 12 cidades-sede, nas Bahamas, em maio. Nesta sexta-feira (21), durante seminário realizado num hotel do Rio de Janeiro, uma comitiva da entidade máxima do futebol mundial fez uma série de exigências aos responsáveis pelo Comitê de São Paulo para o Mundial. Especialmente em relação ao setor destinado à imprensa, áreas VIPS e zonas de hospitalidade destinadas aos patrocinadores da Fifa e ao público que vier pela empresa de turismo da entidade internacional.

“Foram apontadas todas as correções que temos de fazer, desde as adequações ao espaço da imprensa até a questão da hospitalidade. Esta despertou preocupação da Fifa”, disse Caio Luiz de Carvalho, presidente da São Paulo Turismo (SP Turis) e coordenador do projeto paulista para a Copa. “A área que eles exigem (para as zonas de hospitalidade) é de 85 mil metros quadrados. Já temos 35 mil metros quadrados dentro do clube para isso. Vamos arrumar alternativas”, prometeu.

Até 4 de setembro, o comitê paulista tem de enviar para a Fifa a planta com todas as alterações solicitadas nesta sexta. “Resta fazer a lição de casa e apostar que o São Paulo vai fazer tudo que está prometendo. O que foi pedido (no seminário) é possível de se concretizar”, disse Carvalho. Ele cobrou que o governo federal “diga rapidamente quais são as regras do jogo do BNDES”, que financiaria a construção ou a reforma dos estádios para a Copa. “Se é verdade que não queremos recursos públicos, existem investidores privados que querem investir no estádio. Mas, para isso, eles precisam conhecer as regras do jogo”, afirmou.

“Precisamos saber o que vai acontecer com os empréstimos do BNDES ao setor privado. Qual o tempo de carência? Garantia real ou evolutiva? Quantos anos para pagar? Isso é fundamental”, acrescentou. A reforma do Morumbi, cuja previsão de gasto é de R$ 200 milhões a R$ 250 milhões, será paga pelo São Paulo.(AE)

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