Em que time ele joga?

De que lado?

Coloquei abaixo três notícias. Uma delas é do Lance, com o governador Alberto Goldman dizendo que não tem essa de novo estádio. A outra não sei se podemos confiar na fonte, há que é do Cosme Rimoli.

O que chama a atenção é que tanto presidente Lula, quanto o governador Goldman e o prefeito Kassab apóiam o Morumbi.

No entanto, existe uma corrente grande de gente que acha que o Kassab faz jogo duplo. Na África do Sul, esses dias, ele chegou a afirmar que a cidade de São Paulo poderia se contentar com um estádio menos importante e ter o centro de imprensa.

A impressão que tenho é que de fato o Kassab trabalha (ou trabalhou) para o estádio de Pirituba. Só não é fácil arrumar investidor. Então, para não se queimar, ele fica fazendo esse jogo. O fato é que a se confirmar o projeto de Pirituba, o Kassab será considerado traidor pelo São Paulo e perderá muitos votos para a próxima eleição que disputar.

Bom, sem o Estado de São Paulo não pode abrir mão da Copa. A construção de um novo estádio se pagará com o turismo gerado na cidade depois da Copa…etc”.  Só que os políticos mantiveram suas posições.

Agora, que já faz praticamente um mês que o Morumbi foi descartado da Copa, parece que surge um movimento para que o estádio volte. Ainda acho bastante pouco provável. Só tenho certeza que um estádio em Pirituba não tem condições de ficar pronto até 2014.

Hoje (quinta 8/7) o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, disse os prazos estão curtos. Que a cidade de São Paulo precisa definir o que irá fazer para 2014. Isso é uma clara pressão para que se faça um novo estádio. No entanto, a cada nova declaração de político contrária a isso, fica mais inviável começar um novo estádio. Ainda mais em ano de eleição.

Nos próximos posts vou colocar algumas das notícias de destaque de quinta-feira. Agora, com o lançamento da Copa de 2014, tende a ter mais notícias do estádio de São Paulo, que pode ser o Morumbi ou não.

Governador de São Paulo opõem-se a construção de estádio

Para Alberto Goldman, estado tem locais em condições de receber jogos de Copa do Mundo

LANCEPRESS!

O governador de São Paulo, Alberto Goldman, botou ainda mais fogo na discussão sobre o estádio paulista na Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil. O mandatário discorda sobre a necessidade de construção de uma nova praça para abrigar os jogos:

– Tem gente que diz: você precisa construir um estádio para a Copa do Mundo. O Morumbi não serve, o Pacaembu não serve, o Parque Antártica não serve, nenhum serve. Tem que fazer um novo estádio, um novo ‘monstro’ para caber 65 mil, 70 mil pessoas, eu digo: construir um estádio para de vez em quando usar? Eu tenho estádios aqui, eu não preciso de estádios novos. Eu tenho, para que eu preciso de mais?

Com o veto da Fifa ao Morumbi, ganhou terreno a possibilidade de construção de um estádio na região de Pirituba. O prefeito Gilberto Kassab, porém, ainda espera convencer a entidade de que o estádio do São Paulo pode ser o palco do estado no Mundial.

Exclusivo. Lula, na África. “Kassab, não desista do Morumbi na Copa de 2014. Eu não desisti”…

Johannesburgo…

O presidente Lula quebrou todo o protocolo no lançamento da logomarca do Brasil na Copa do Mundo.

Fez questão de dar entrevista para os repórteres que invadiram o palco onde ele estava.

Teve de ser arrastado pelos seguranças para parar de falar.

Para deixar clara a força do presidente Ricardo Teixeira, Lula voltou atrás na sua declaração contra o continuísmo.

Teixeira vai atingir no mínimo 25 anos no poder até o final da Copa de 2014.

“Respondi uma perguntado e apenas disse o seguinte: a CBF é uma entidade privada.

Portanto não cabe ao presidente da República dar palpite na eleição da CBF.

Quando era presidente  do sindicato decidi que ninguém poderia ficar mais do que dois mandatos.

A eleição da CBF é decidida pelos presidentes das Federações.

O presidente da República já tem problemas demais para ficar preocupado com a eleição da CBF.”

Depois de voltar atrás na reclamação contra o continuísmo, Lula defendeu com veemência Dunga.

Antes não quis falar sobre quem considera ideal para ser o novo treinador.

“Olha, eu acho que o Brasil tem vários técnicos.

Eu não estou preparado para ser técnico.

Mas para dar palpite, eu estou.

Se alguém pedisse palpite…

Eu não vou indicar nomes.

Acho que houve injustiça com o Dunga.

O Dunga foi duro com a imprensa.

Mas fez um bom trabalho com a Seleção

Isso tem de ser destacado.”

Ele confessou que esperava ver a Seleção Brasileira campeã do mundo na África.

“Eu pensei que fosse mesmo.

Não havia adversário tão forte.

A Itália tinha ido embora na primeira fase.

Cheguei a esperar por uma decisão do Mercosul, com o Brasil e outra seleção da América do Sul.

Mas veio a Holanda e dois gols inesperados de cabeça.

Em 2014, eu espero que o Brasil faça os gols de cabeça e seja campeão.”

Depois da coletiva improvisada, interrompida por seguranças que o arrastaram, ganhou um grande abraço.

Do Impostor do Pânico.

Aí se afastou, mas fui atrás.

Valeu a pena.

Vi Lula pegar no braço do prefeito Kassab e falar bem baixo.

“Continue a brigar pelo Morumbi.

Não vou desistir, também.

Não há porque construir um novo estádio em São Paulo para a Copa.

Nem para o Corinthians, nem para ninguém.”

Kassab não esperava, ficou surpreso.

E respondeu.

“Pode deixar, não vou desistir.”

E, finalmente, os seguranças os arrastaram para longe do lançamento da logomarca.

Exclusivo.”O apoio do Lula era tudo o que eu precisava para brigar pelo Morumbi”, Kassab

Johannesburgo…

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab ficou surpreso com o apoio aberto do presidente Lula ao Morumbi.

Consegui uma entrevista exclusiva aqui sobre o assunto.

A conversa foi direta, objetiva.

O que o senhor achou do apoio de Lula ao Morumbi?

Era o apoio que eu queria.

O presidente entendeu o meu pobnto de vista.

Estou brigando com vontade para que a Fifa perceba o erro que está cometendo.

Não é justo deixar um estádio que está pronto para exigir a construção de um outro.

O presidente Lula conhece muito bem São Paulo, sabe o que está falando.

O apoio dele será fundamental para a Fifa rever o seu veto ao Morumbi.

Por que a sua obsessão pela liberação do Morumbi?

Porque São Paulo não pode se aventurar na construção de um novo estádio para a Copa.

O Morumbi é o nosso maior estádio.

Há como reformá-lo, com espaço suficiente para um centro de convenções, o que precisar.

Está tudo no projeto.

Sei que pela importância de São Paulo na América Latina é marcante para a Fifa ter a nossa cidade na abertura da Copa.

Não há obsessão nenhuma.

É uma questão de praticidade, não brincar com o dinheiro público.

Vou conversar com o presidente Ricardo Teixeira, sei que posso convencê-lo a levar nossa proposta para a Fifa.

Não há porque construir uma nova arena em Pirituba só para a Copa.

Não tem cabimento com o Morumbi podendo ser reformado.

O senhor vê politicagem por trás, interesse de algum clube, dizem do Corinthians para tirar o Morumbi da Copa.

Participação da CBF…

De jeito nenhum.

O problema é a postura da Fifa.

Alguns técnicos não abrem mão de alguns detalhes que podem ser contornados.

Não estou comprando uma briga política com ninguém.

O Corinthians não influenciaria a Fifa.

Nem a CBF tem interesse de prejudicar o Morumbi.

O problema é a resistência forte ao estádio.

Eu quero mostrar que temos todas as soluções para as questões que os técnicos levantaram.

Vou brigar até o final para que eles me ouçam.

Então o veto da Fifa não é definitivo?

Eu tenho certeza de que não é.

Vou conversar com o presidente Ricardo Teixeira.

Preciso do apoio dele nesta luta para que São Paulo participe da Copa, mas sem desperdiçar dinheiro público.

E com o apoio do presidente Lula, acho que a situação poderá ser revertida.

São Paulo vai ficar sem a Copa de 2014?

De jeito nenhum

A Fifa não fará um Mundial sem São Paulo.

E vai acabar entendendo que o estádio ideal é o Morumbi.

Como prefeito estou brigando para o será melhor para a nossa cidade.

E você viu que não estou mais sozinho nessa luta.

Não vou desistir…

Parceria São Paulo e GMP – Lance e blog do Birner – 25/8

berlin

Primeiro a notícia surgiu no blog do Victor Birner, depois ela foi confirmada com mais detalhes na agência Lancepress. A assinatura do contrato com a empresa alemã especialista em estádios, GMP, tem um papel importante no projeto de 2014.

Primeiro por ser um acordo com uma imprensa de nome internacional e com grande experiência. Alguns dias atrás, a coluna De Prima comentou que um projeto alemão para a cobertura foi cotado com preço que era praticamente a metade dos outros que o São Paulo orçou. No entanto, segundo o Lance, o acordo não é para a cobertura e sim para o projeto em todo em si.

Bom, para empresa é também um grande negócio, já que esse é o trabalho dela. Na Copa de 2006 ela tinha três estádios, como o de Berlim. Na África do Sul, são mais três estádios. Ter o local de abertura de 2014, é mais um projeto para fazer parte de seu portfólio.

Confira as notas:

Blog do Birner
25

São Paulo assina com a GMP

A GMP, empresa alemã de consultoria de arquitetura, assinou ontem com o São Paulo.

O acerto demorou cerca de 5 meses.

A GMP fez a consultoria de 3 estádios usados na Copa da Alemanha, entre eles o Olímpico de Berlim, palco da final, e faz o mesmo com outros 3 do mundial sul-africano.

A experiência para lidar com projetos e plantas nos moldes desejados pela Fifa para os estádios da Copa do Mundo levou o clube a contratá-la.

Trabalhará em parceria com o arquiteto Rui Othake

São Paulo fecha parceria com empresa alemã

GMP, responsável por palco da final da Copa-2006, vai prestar consultoria ao Morumbi

A empresa alemã GMP vai prestar consultoria ao São Paulo na reforma do Morumbi para a Copa do Mundo de 2014. Após a reunião da semana passada, no Rio de Janeiro, os dirigentes tricolores se impressionaram com o detalhamento das observações de membros da Fifa sobre o projeto.

A GMP foi responsável por quatro estádios na Copa de 2006, na Alemanha. Entre eles, o Olímpico de Berlim, palco da final, e atua também em três estádios que serão utilizados no Mundial de 2010, na África do Sul. A experiência da empresa em atender o caderno de encargos da Fifa levou o presidente Juvenal Juvêncio a selar a parceria.

Na próxima sexta-feira, haverá a primeira reunião entre Tricolor e GMP. Os alemães irão apresentar soluções para os problemas apontados pela Fifa, sobretudo relativos à hospitalidade aos parceiros da entidade, e trânsito dos jornalistas dentro do Morumbi.

O acordo, porém, não se estende à cobertura. A GMP, assim como outras duas empresas, trabalha em projetos para apresentar ao clube, que deseja reduzir os custos do artefato e contará com empréstimo do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

O São Paulo comprará a cobertura pronta e não vai interferir nas obras. Já nas modificações internas, uma construtora deverá atuar em parceria com o clube. O projeto segue sob coordenação do arquiteto Ruy Ohtake.

Cobertura igual a do Ninho de Pássaro no Morumbi – Lance – 23/8

ninho

Notícia do final da noite de domingo da coluna De Prima, do jornalista Marcelo Damato, no site do Lance. Ela é bastante interessante, pois já fala que o São Paulo encontrou uma alternativa para reduzir o custo de cobertura do Morumbi em até 50%.

O colunista explica que o sistema deve ser semelhante ao utilizado para cobrir o Ninho de Pássaro, usado nas Olimpíadas de Pequim. O clube contaria com a consultoria de uma empresa alemã que irá passar as coordenadas para as seis construtoras interessadas na obra.

Claro que o Morumbi não será igual ao estádio chinês, é apenas o mesmo sistema de cobertura. Não quer dizer que a fachada será daquele jeito. Mas, acho que seria uma solução legal para mudar a fachada do Morumbi.

Confira a nota no Lance

Cobertura igual a do Ninho de Pássaro no Morumbi

O São Paulo pretende uma cobertura retrátil no Morumbi, com material semelhante ao usado no Ninho de Pássaro, em Pequim (CHI). Assim, os dirigentes tricolores esperam inutilizar pelo menor tempo possível as arquibancadas, e atender as exigências da Fifa para a Copa do Mundo de 2014. Consultores alemãos dão as orientações aos projetos, que serão apresentados por seis constru toras, até a decisão final do clube. Com a massa de vigas e treliças de aço, o custo dessa parte da obra deve passar de R$ 150 milhões para pouco mais de R$ 70 milhões.

Morumbi: Projeto da cobertura será alterado – Lance – 22/8

morumbinoturno

Mais uma matéria do Lance, mais uma do Alexandre Lozetti. Certamente ela tem relação com aquela que comentei faz alguns dias de um estádio que poderia ser uma “sanfona”. É algo parecido com o que mostrei em umas imagens da Amsterdam Arena.

Segue a nota do Lance.

Morumbi: Projeto da cobertura será alterado

Três empresas concorrem para tocar a obra no estádio

As três empresas consultadas pelo São Paulo para construir a cobertura do Morumbi terão de refazer seus projetos.

É que, após uma visita à Holanda, o diretor de marketing Adalberto Baptista trouxe o projeto de uma arena atrás do gol do portão principal do estádio.

Neste local, a cobertura chegará até a beira do gramado e vai proporcionar a realização de shows. Em vez do campo, o público ficará nas arquibancadas, de frente para os palcos montados. No restante do Morumbi, a cobertura vai proteger as arquibancadas, com 100% do público em lugares cobertos.

Os concorrentes são japoneses e alemães e o São Paulo estuda seis tipos de coberturas. Além do novo projeto, o clube também espera baratear a obra, estimada em cerca de R$ 150 milhões.

“Guerra” entre bancos pode pagar a obra do Morumbi – Blog do Birner – 12/8

bancos

Vou reproduzir o que o Victor Birner escreveu em seu blog na tarde de quarta-feira (12). Não tem muito o que comentar. Birner é um jornalista bastante competente e muito bem informado sobre o São Paulo Futebol Clube.

As informações, de certa forma, confirmam o que ele já havia dito a algumas semanas sobre o interesse de bancos pela cobertura do estádio do Morumbi. Com tanta informação, não tem nem muito o que comentar.

Só para constar, com o balanço financeiro divulgado na quarta-feira de noite, o Banco do Brasil superou o Itaú e é agora o maior banco do país.

Segue a nota

“Guerra” entre bancos pode pagar a obra do Morumbi

De Vitor Birner

O jornalista Marcelo Damato, responsável pela coluna DE PRIMA, no lance! publicou na edição de hoje que o São Paulo quer o Bradesco como intermediário no financiamento do BNDES para o Morumbi.

O Tricolor só projeta resultados até 2011, quando passará por eleições, e o histórico de dívidas dos clubes causa temor no banco. O Bradesco receberia o dinheiro e repassaria ao clube, que pretende pagar em 12 anos com juros de 4,5% a 6%.

http://www.lancenet.com.br/de-prima/noticias/09-08-12/597452.stm?bndes-sao-paulo-quer-bradesco-como-intermediario

Mais informações

De fato essa é a principal estratégia alternativa se o BNDES não emprestar o dinheiro. No BNDES, a estratégia é vista com bastante simpatia (isso é informação, não suposição).

O Bradesco é parceiro do São Paulo desde a construção do Morumbi.

Todavia o presidente Juvenal Juvêncio não desistiu de conseguir o improvável empréstimo direto no BNDES. E ainda não sentou com ninguém do Bradesco para negociar a intermediação

No caso, o Bradesco pegaria o empréstimo do BNDES e o São Paulo do Bradesco.   Trabalhar com o banco sem dúvida é a tendência, todavia existem duas outras opções.

O Itaú recentemente adquiriu camarote no Morumbi. Estreitou a relação com a cartolagem. Patrocina a seleção brasileira e a Copa do Mundo de 2014.

E o Banco do Brasil, interessado em competir por espaços publicitários com os concorrentes.

A estratégia do Itaú de colocar a sua marca na parte frontal do ombro das camisas do selecionado é considerada grande sacada pelos especialistas em marketing.

E mexeu com a concorrência.

O próprio Itaú recem inaugurou campanha publicitária onde utiliza o apresentador Luciano Huck: quem possui cartão do banco, paga metade do valor dos ingressos

O Bradesco, na sua publicidade, “responde” afirmando que o Brasil não é apenas o país do futebol. É da agricultura, pecuária…

O Banco do Brasil tem outra estratégia. Quer fazer, como no vôlei, a torcida Banco do Brasil nos estádios de futebol. Pretende ver um setor com pessoas usando o tradicional amarelo dos ginásios de vôlei.

Em suma, na  deflagrada “guerra”  de marketing entre os bancos, o futebol tem seu papel importante.

O Itaú lidera. O Banco do Brasil quer entrar nela, e o Bradesco corre atrás do espaço perdido para seu grande concorrente.

E o São Paulo precisa de alguém que financie a obra do Morumbi.

BNDES: Tricolor busca carências fora do padrão – Lance – 11/8

logo lance

Para fechar a terça-feira, uma notinha da coluna De Prima, também do Lance. Apesar do aspecto de exclusiva, não tem nada de novo. O próprio São Paulo já disse que aceitaria o empréstimo do BNDES de fosse “baratinho”.  O clube afirmou na ocasião que os modelos de financiamento do banco de fomento não são ideais para a reforma do Morumbi, que só passaria a ser mais atrativo com juros menor e prazo mais longo.

De qualquer forma, segue a nota do Lance!

BNDES: Tricolor busca carências fora do padrão

O São Paulo busca prazos e carências fora do padrão do BNDES para reformar o Morumbi. O clube quer dois anos de carência e mais do que os dez anos para pagar. Mas, por ora, o banco só quer saber de garantias de que reaverá o dinheiro emprestado.

Térreo do Morumbi deve ganhar status de área nobre – Lance – 10/8

Camarote da Volkswagen, na geral do Morumbi

Camarote da Volkswagen, na geral do Morumbi

Essa notinha que saiu no site do Lance na noite de ontem não chega a ser uma novidade. Lembro de um vídeo que vi no site da Jovem Pan em que um responsável da empresa Lock Engenharia (que faz a reforma do anel inferior) falando sobre isso. Só que na época, ainda não estavam definidas as mudanças do projeto, como o deslocamento da área de imprensa e VIP para o anel inferior.

Com a mudança no projeto do Morumbi, não sabia se isso iria ser mantido ou não. Mas, como já foi possível ver nos últimos jogos, as obras continuam e o anel inferior terá sua altura aumentada. Já que a visibilidade do setor não é dos melhores, nada mais natural do que reduzir a capacidade desse setor, que deve ficar adequado às exigências da Fifa.

Segue a nota do Lance
Confira a entrevista com Daniel Gispert, da Lock Engenharia, na Jovem Pan.

Térreo do Morumbi deve ganhar status de área nobre

O setor térreo do Morumbi, primeiro a passar por reformas, deverá comportar só 12 mil pessoas sentadas. Isso porque ganhará status de área nobre, com camarotes (o da Volkswagen já foi inaugurado) e assentos melhores que os das cativas. Nos anos 70, quando havia geral (lugares em pé) atrás dos gols, chegou-se a vender 45 mil ingressos para esse anel.